
Ministro espanhol visitou pela primeira vez em 300 anos Gibraltar e reclamou a soberania
A oposição não achou bem que Miguel Ángel Loratinos, ministro nos Negócios Estrangeiros, tivesse ido a uma terra que os britânicos ocuparam em 1704 e onde actualmente vivem 28.750 pessoas. Considerou mesmo a deslocação um 'terrível erro'.
No entanto pelo Tratado de Utreque, de 1713, a Espanha cedeu à Coroa Britânica a cidade e o castelo de Gibraltar, bem como o respectivo porto, mas não o istmo que conduz ao território, nem as águas em redor.
Por outro lado Rabat afirma que os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla fazem parte integrante do Reino de Marrocos, devendo ser abandonados por Madrid.
No nosso lado também temos o caso Olivença pendente com Espanha.
Olivença é, de facto, parte do território português desde 1815, quando se assinou a Acta Final do Congresso de Viena, que decretou a cidade como parte de Portugal e a obrigatoriedade de Espanha devolver Olivença à jurisdição lusa.
Seria bom, pelo menos inteligente, que estes casos fossem esclarecidos e resolvidos pelos países interessados para a desejada vivência em harmonia.
A oposição não achou bem que Miguel Ángel Loratinos, ministro nos Negócios Estrangeiros, tivesse ido a uma terra que os britânicos ocuparam em 1704 e onde actualmente vivem 28.750 pessoas. Considerou mesmo a deslocação um 'terrível erro'.
No entanto pelo Tratado de Utreque, de 1713, a Espanha cedeu à Coroa Britânica a cidade e o castelo de Gibraltar, bem como o respectivo porto, mas não o istmo que conduz ao território, nem as águas em redor.
Por outro lado Rabat afirma que os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla fazem parte integrante do Reino de Marrocos, devendo ser abandonados por Madrid.
No nosso lado também temos o caso Olivença pendente com Espanha.
Olivença é, de facto, parte do território português desde 1815, quando se assinou a Acta Final do Congresso de Viena, que decretou a cidade como parte de Portugal e a obrigatoriedade de Espanha devolver Olivença à jurisdição lusa.
Seria bom, pelo menos inteligente, que estes casos fossem esclarecidos e resolvidos pelos países interessados para a desejada vivência em harmonia.